RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS

Diversas atividades antrópicas necessárias ao desenvolvimento da sociedade transformam, danificam ou destroem as condições originais do meio ambiente. Para obter a licença necessária a seu desenvolvimento, os empreendedores responsáveis por tais atividades assumem o ônus da recuperação da área degradada, devolvendo à sociedade, na medida do possível, as qualidades ambientais originais daquele meio.

A tarefa de restaurar as características originais de um meio ambiente modificado não é simples, afinal, trata-se de um ambiente diverso e dinâmico. O trabalho deve seguir um projeto técnico detalhado, o qual deve respeitar as condições e especificidades locais, visando garantir a melhor recuperação. A execução do projeto deve ser realizada da melhor forma possível e com monitoramento intensivo, visando garantir que respeita as especificações técnicas do projeto.

O dever de recuperação de áreas degradadas é amplamente promovido pela legislação brasileira, em especial pela Constituição Federal de 1988 e pela Política Nacional de Meio Ambiente, a Lei 6.938 de 1981. O Código Florestal (Lei 12.651 de 2012), no mesmo sentido, destaca em diversos artigos obrigações relacionadas à recuperação de áreas degradadas, tanto para o poder público quanto para a sociedade em geral.

Diversas atividades antrópicas necessárias ao desenvolvimento da sociedade transformam, danificam ou destroem as condições originais do meio ambiente. Para obter a licença necessária a seu desenvolvimento, os empreendedores responsáveis por tais atividades assumem o ônus da recuperação da área degradada, devolvendo à sociedade, na medida do possível, as qualidades ambientais originais daquele meio.

A tarefa de restaurar as características originais de um meio ambiente modificado não é simples, afinal, trata-se de um ambiente diverso e dinâmico. O trabalho deve seguir um projeto técnico detalhado, o qual deve respeitar as condições e especificidades locais, visando garantir a melhor recuperação. A execução do projeto deve ser realizada da melhor forma possível e com monitoramento intensivo, visando garantir que respeita as especificações técnicas do projeto.

O dever de recuperação de áreas degradadas é amplamente promovido pela legislação brasileira, em especial pela Constituição Federal de 1988 e pela Política Nacional de Meio Ambiente, a Lei 6.938 de 1981. O Código Florestal (Lei 12.651 de 2012), no mesmo sentido, destaca em diversos artigos obrigações relacionadas à recuperação de áreas degradadas, tanto para o poder público quanto para a sociedade em geral.

SAIBA COMO É FEITO UM MONITORAMENTO AMBIENTAL DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO FLORESTAL
VEJA COMO É FEITO UM MONITORAMENTO AMBIENTAL DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO FLORESTAL!

Monitoramento Ambiental, obrigação imposta para o acompanhamento da evolução dos projetos de restauração florestal, é uma prática que vem sendo cada dia mais exigida das empresas que causam impactos ao meio ambiente. Confira os passos do Método Index para um Monitoramento Ambiental de projetos de Recuperação Florestal de qualidade em nosso novo e-book!

Monitoramento Ambiental, obrigação imposta para o acompanhamento da evolução dos projetos de restauração florestal, é uma prática que vem sendo cada dia mais exigida das empresas que causam impactos ao meio ambiente. Confira os passos do Método Index para um Monitoramento Ambiental de projetos de Recuperação Florestal de qualidade em nosso novo e-book!

O MELHOR CONTEÚDO SOBRE 
O SETOR FLORESTAL
O SETOR AMBIENTAL
M&A
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GRUPO INDEX EM CAMPO - RECUPERAÇÃO FLORESTAL
A GEOTECNOLOGIA APLICADA AO MONITORAMENTO AMBIENTAL DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO FLORESTAL

Toda atividade antrópica que transforma, danifica ou destrói as condições originais do meio ambiente possui o ônus da recuperação ambiental. Tal obrigação emana de um dos princípios do direito ambiental brasileiro, o princípio do poluidor-pagador, o qual reconhece que os danos ambientais causados pelas atividades antrópicas devem ser compensados. A compensação visa restabelecer da melhor forma possível as condições originais do meio impactado.

monitoramento ambiental de projetos de restauração florestal é uma obrigação imposta para o acompanhamento de projetos, e o uso de geotecnologia permite a ampliação do alcance do monitoramento e a geração de um número maior de dados, reduzindo custos e aprimorando as análises.

Toda atividade antrópica que transforma, danifica ou destrói as condições originais do meio ambiente possui o ônus da recuperação ambiental. Tal obrigação emana de um dos princípios do direito ambiental brasileiro, o princípio do poluidor-pagador, o qual reconhece que os danos ambientais causados pelas atividades antrópicas devem ser compensados. A compensação visa restabelecer da melhor forma possível as condições originais do meio impactado.

monitoramento ambiental de projetos de restauração florestal é uma obrigação imposta para o acompanhamento de projetos, e o uso de geotecnologia permite a ampliação do alcance do monitoramento e a geração de um número maior de dados, reduzindo custos e aprimorando as análises.

CONHEÇA OS AUTORES

Marcelo Schmid é engenheiro florestal, advogado, mestre em economia e política florestal. Atua há 20 anos como consultor nas áreas florestal e ambiental, tendo desenvolvido centenas projetos em todo o Brasil e no exterior.

É professor em cursos de pós graduação na área de meio ambiente e direito ambiental, com destaque à Escola Superior de Advocacia – ESA/OAB e Associação dos Advogados de São Paulo – AASP. É um dos especialistas do Verified Carbon Standard (VCS) nas áreas de Reduced Emission from Degradatiaon and Deforestation (REDD) e Improved Forest Management (IFM). Marcelo é sócio-diretor do Grupo Index e diretor de negócios para a América Latina da Forest2Market do Brasil.

Especialidades: Mercado Florestal, Questões Legais, Appraisal, Due Diligence

Rodrigo de Almeida conta com experiência internacional em serviços de orientação em transações e avaliações empresariais, atuando desde 2003 como consultor de projetos nos setores florestalenergiaóleo gás, coordenando mais de 1000 projetos para instituições públicas e privadas em todo Brasil com destaque para áreas de energias renováveisfusões e aquisiçõessustentabilidade e mudanças climáticas.

Rodrigo foi coordenador do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária no Centro Universitário FAE e professor na área de Gestão Ambiental e Sustentabilidade para os cursos de Engenharia AmbientalEngenharia Mecânica e Administração.

Especialidades: Mercado de Carbono, Valuation, Negociação e Business Intelligence.

Fernando é diretor da Index Florestal, empresa do Grupo Index focada no gerenciamento florestalinventário florestalanálise ambiental e due diligences. Trabalhou em mais de 700 projetos de consultoria florestal, e desde 2007 está envolvido em mais de 25 projetos de M&A no setor florestal em todo o Brasil, coordenando due diligences, inventários florestais, análises GIS, estruturação empresarial e estudos de mercado.

Fernando é membro do Conselho Estadual do Meio Ambiente do Paraná (CEMA/PR), da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE), do Conselho Regional de Biologia do Paraná (CRbio 07) e do Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Paraná (CERH/PR).

Especialidades:Licenciamento florestal e ambiental, Inteligência empresarial, Avaliações

Marcelo Schmid é engenheiro florestal, advogado, mestre em economia e política florestal. Atua há 20 anos como consultor nas áreas florestal e ambiental, tendo desenvolvido centenas projetos em todo o Brasil e no exterior.

É professor em cursos de pós graduação na área de meio ambiente e direito ambiental, com destaque à Escola Superior de Advocacia – ESA/OAB e Associação dos Advogados de São Paulo – AASP. É um dos especialistas do Verified Carbon Standard (VCS) nas áreas de Reduced Emission from Degradatiaon and Deforestation (REDD) e Improved Forest Management (IFM). Marcelo é sócio-diretor do Grupo Index e diretor de negócios para a América Latina da Forest2Market do Brasil.

Especialidades: Mercado Florestal, Questões Legais, Appraisal, Due Diligence

Rodrigo de Almeida conta com experiência internacional em serviços de orientação em transações e avaliações empresariais, atuando desde 2003 como consultor de projetos nos setores florestalenergiaóleo gás, coordenando mais de 1000 projetos para instituições públicas e privadas em todo Brasil com destaque para áreas de energias renováveisfusões e aquisiçõessustentabilidade e mudanças climáticas.

Rodrigo foi coordenador do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária no Centro Universitário FAE e professor na área de Gestão Ambiental e Sustentabilidade para os cursos de Engenharia AmbientalEngenharia Mecânica e Administração.

Especialidades: Mercado de Carbono, Valuation, Negociação e Business Intelligence.

Fernando é diretor da Index Florestal, empresa do Grupo Index focada no gerenciamento florestalinventário florestalanálise ambiental e due diligences. Trabalhou em mais de 700 projetos de consultoria florestal, e desde 2007 está envolvido em mais de 25 projetos de M&A no setor florestal em todo o Brasil, coordenando due diligences, inventários florestais, análises GIS, estruturação empresarial e estudos de mercado.

Fernando é membro do Conselho Estadual do Meio Ambiente do Paraná (CEMA/PR), da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE), do Conselho Regional de Biologia do Paraná (CRbio 07) e do Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Paraná (CERH/PR).

Especialidades:Licenciamento florestal e ambiental, Inteligência empresarial, Avaliações

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